Criada em 2022 pela empreendedora Marina Kim, a plataforma digital Orere tem ampliado sua atuação no esporte brasileiro e reforçado o apoio a modalidades paralímpicas, como o parabadminton. Atualmente, a iniciativa reúne cerca de 40 atletas e seis projetos sociais de esportes individuais, conectando praticantes, apoiadores e empresas interessadas em direcionar recursos para o setor, com foco na organização de investimentos e na transparência dos processos.
Entre os atletas do parabadminton vinculados à plataforma estão Joédson Vieira, da classe WH1, categoria destinada a competidores com menor mobilidade no tronco e nas pernas e maior comprometimento motor, bicampeão cearense e medalhista de bronze no Campeonato Sul-Americano de 2025. Outro nome é Matheus Correia, atleta da classe SL4, voltada a atletas com menor comprometimento nos membros inferiores, atual número quatro do ranking nacional e representante da seleção brasileira no Pan-Americano de 2025.
Também integra o grupo José Cleison da Silva, atleta da classe WH2, destinada a competidores com maior controle de tronco e mobilidade e menor comprometimento físico, atual número 10 do ranking nacional e presença frequente nos pódios dos campeonatos cearenses.
A Orere surgiu durante os Jogos Olímpicos de Tóquio, realizados sem público em razão da pandemia, quando surgiu a dificuldade de encontrar e apoiar diretamente atletas brasileiros de modalidades individuais. A proposta da plataforma é justamente aproximar esportistas e potenciais apoiadores, criando um ambiente estruturado para a captação de recursos.
Em 2025, o projeto lançou a versão Orere V3, que passou a incorporar funcionalidades de rede social e ferramentas de gestão de incentivos. Com isso, atletas, empresas e apoiadores podem criar perfis, acompanhar iniciativas e interagir dentro do ecossistema da plataforma.
Como parte da estrutura, também foi criado o Instituto Orere de Fomento ao Esporte, sediado em São Paulo. A entidade atua como gestora na relação entre empresas e projetos esportivos, organizando recursos, acompanhando resultados e estruturando iniciativas incentivadas.
Hoje, o ecossistema da plataforma reúne cerca de 260 membros cadastrados, entre atletas, apoiadores e usuários interessados em acompanhar projetos esportivos, além de mais de dez iniciativas sociais e patrocinadores conectados à rede.
Continue acompanhando todas as atualizações do badminton e do parabadminton no portal do Badbrothers e em nossas redes sociais:
Instagram: @badbrothers_brasil
TikTok: @badbrothers_brasil
São Paulo, 6 de março de 2026
João Pedro Camacho