Confira!

Notícias

China lidera, mas outras nações também brilham: conheça as potências do badminton mundial

Atleta chinês Lin Dan nas Olímpiadas de Londres 2012/Foto-Reprodução: Antony Stanley

O badminton é dominado historicamente por países asiáticos, mas também encontra força na Europa. Entre títulos mundiais, medalhas olímpicas e ídolos consagrados, algumas nações transformaram o esporte em verdadeira potência, revelando gerações de atletas que marcaram história e seguem no topo dos rankings internacionais.

A China é o maior celeiro de craques da modalidade. No Mundial por equipes, soma 14 conquistas em 19 edições e, nos Jogos Olímpicos, acumula impressionantes 52 medalhas em nove participações. Entre seus maiores ídolos estão Lin Dan, bicampeão olímpico e pentacampeão mundial, Zhang Ning, bicampeã olímpica, e Gao Lin, recordista de medalhas olímpicas no esporte, com quatro pódios e quatro títulos mundiais.

A Indonésia também ocupa lugar de destaque. Primeira campeã mundial por equipes, em 1989, possui 22 medalhas olímpicas. Nomes como Alan Budikusuma e Susi Susanti, primeiros campeões olímpicos individuais em Barcelona 1992, são símbolos da tradição do país.

A Coreia do Sul coleciona quatro títulos mundiais e 22 medalhas olímpicas. O país vive um novo auge com a jovem An Se-young, de 22 anos, atual líder do ranking mundial e campeã olímpica em Paris 2024. Outro ícone histórico é Kim Dong-moon, dono de duas medalhas de ouro e uma de bronze nos Jogos Olímpicos.

A Malásia, embora ainda sem um ouro olímpico, já conquistou 11 medalhas nos Jogos e tem em Lee Chong Wei seu maior representante, três vezes vice-campeão olímpico.

Na Europa, a Dinamarca rompeu a hegemonia asiática e se consolidou como potência. São 10 medalhas olímpicas e dois vice-campeonatos mundiais por equipes. Seu grande nome é Viktor Axelsen, bicampeão olímpico e mundial no simples masculino.

Outras nações como Japão, Inglaterra e Índia vem correndo por fora na modalidade e conquistando suas primeiras medalhas em Jogos Olímpicos e Mundiais. Já o Brasil, ainda distante do topo, busca fortalecer sua presença continental. Entre os feitos recentes, estão o ouro de Ygor Coelho no Pan de Lima 2019 e o título de Juliana Viana no Pan-Americano Individual de 2025.

Continue acompanhando todas as atualizações do badminton e do parabadminton no portal do Badbrothers e em nossas redes sociais:

Instagram: @badbrothers_brasil

TikTok: @badbrothers_brasil

São Paulo, 28 de agosto de 2025

João Pedro Camacho

Clique para comentar

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

19 − dezesseis =

Notícias

Mais em Notícias