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Orere amplia impacto no esporte brasileiro com nova plataforma digital focada em atletas e projetos sociais

Imagem – Reprodução: Orere

Iniciativa criada para conectar atletas, apoiadores e entidades esportivas cresce e fortalece modalidades como o badminton, com modelo colaborativo e tecnologia a favor da transparência.

Do sonho olímpico à construção de uma rede: como nasceu a Orere

Marina Kim, idealizadora do projeto, passou pela frustração de não conseguir assistir às Olimpíadas de Tóquio presencialmente, em 2021, realizada sem público. Querendo fazer algo maior pelo esporte, decidiu que iria apoiar um atleta no próximo ciclo olímpico.

Foi ao tentar encontrar informações sobre os representantes brasileiros em Tóquio que percebeu a falta de uma ponte entre atletas e apoiadores. Marina então tomou a atitude de criar essa conexão. Em março de 2022, a primeira versão da plataforma Orere, que significa “nós” em Tupi-Guarani, foi ao ar, funcionando como uma vitrine digital para atletas de modalidades olímpicas individuais.

Com o tempo, surgiu a necessidade de evoluir o modelo. “Era preciso ajudar os atletas na gestão dos recursos, na comunicação com apoiadores e garantir transparência”, explicou Marina. A equipe do projeto entendeu que a tecnologia precisava ser ainda mais integrada ao projeto e, em abril de 2025, foi lançada a Orere V3.

Agora em formato de rede social, a plataforma permite o cadastro de atletas, projetos sociais, entusiastas e empresas. Cada perfil funciona como uma página, com espaço para contar a trajetória, receber apoios e interagir com a comunidade. “É uma mistura de LinkedIn com Tinder”, brinca Marina.

Badminton: o primeiro parceiro e pilar de confiança

A relação da Orere com o badminton é uma das mais sólidas desde o começo da iniciativa. A Confederação Brasileira de Badminton (CBBd) foi a primeira entidade a abraçar a proposta. “Foram os primeiros atletas a entrar na plataforma. A Confederação entendeu desde o início que a gente queria ser um apoio tanto para o atleta quanto para a comissão técnica”, relembra Marina.

Atualmente, todos atletas da Seleção Brasileira de Badminton têm perfis na Orere. Para Marina, o badminton teve um papel essencial no reconhecimento do projeto. “A gente deve muito à CBBd por ter acreditado”, afirmou.

Cinco atletas em Paris: a primeira grande vitória

Nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, cinco atletas com perfis na Orere estiveram presentes: dois do badminton (Ygor Coelho e Juliana Viana) e três do tênis de mesa (Giulia Takahashi, Vitor Ishiy e Laura Watanabe). 

Na visão de Marina, a participação desses atletas foi simbólica. “O meu objetivo inicial era apoiar um atleta até Paris. Quando vimos cinco chegando lá, foi a nossa primeira grande vitória”, contou orgulhosa.

O que vem pela frente: tecnologia e conexão ainda mais forte

A Orere já atende cerca de 40 atletas e seis projetos sociais. Para o futuro, a meta é ampliar a rede e torná-la ainda mais eficiente, atraindo cada vez mais pessoas que acreditam no esporte brasileiro. Além de estarem buscando parceiros que ajudem o projeto a evoluir tecnologicamente, com a implementação de inteligência artificial.

Como fazer parte da Orere

Atletas, projetos sociais, entusiastas e empresas podem se cadastrar gratuitamente pela plataforma no site orere.com.br. Para ser um perfil verificado, o atleta precisa estar federado ou confederado e participar de competições.

Quer descobrir mais sobre a Orere?! Assista o Resenha Badbrothers completo com a Marina a seguir:

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São Paulo, 9 de junho de 2025

João Pedro Camacho

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