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China domina e outros países se destacam: conheça as nações protagonistas no badminton

Atleta chinesa Zhang Ning bicampeã olímpica/Foto-Reprodução: Badminton Photo

Historicamente dominado por países asiáticos, o badminton mundial também vê o crescimento de potências europeias e o surgimento de novas forças. Entre títulos, medalhas olímpicas e grandes ídolos, diferentes nações consolidam sua relevância e ajudam a manter o esporte em constante evolução. 

A China segue como principal referência da modalidade. No Mundial por equipes, o país soma 14 títulos em 19 edições, enquanto nos Jogos Olímpicos acumula 52 medalhas em nove participações. Entre seus maiores nomes estão Lin Dan, bicampeão olímpico e pentacampeão mundial, Zhang Ning, dona de dois ouros olímpicos, e Gao Lin, recordista de medalhas olímpicas no badminton, com quatro pódios e quatro títulos mundiais.

Outra potência tradicional é a Indonésia, primeira campeã mundial por equipes em 1989 e dona de 22 medalhas olímpicas. O país revelou nomes marcantes como Alan Budikusuma e Susi Susanti, que fizeram história ao conquistarem os primeiros ouros olímpicos individuais em Barcelona 1992.

A Coreia do Sul também se destaca no cenário internacional, com quatro títulos mundiais por equipes e 22 medalhas olímpicas. Atualmente, vive um novo momento de protagonismo com An Se-young, de 22 anos, líder do ranking mundial e campeã olímpica em Paris 2024. No passado, Kim Dong-moon foi um dos grandes ícones do país, com duas medalhas de ouro e uma de bronze nos Jogos Olímpicos.

Mesmo sem conquistar um ouro olímpico até hoje, a Malásia mantém presença constante entre as principais seleções. O país soma 11 medalhas olímpicas e teve em Lee Chong Wei seu maior representante, três vezes medalhista de prata nas Olimpíadas. 

Na Europa, a Dinamarca conseguiu romper a hegemonia asiática e se firmou como uma das principais forças da modalidade. São 10 medalhas olímpicas e dois vice-campeonatos mundiais por equipes. O principal nome dinamarquês é Viktor Axelsen, bicampeão olímpico e mundial no simples masculino.

Outros países também vêm ganhando espaço no cenário internacional. Japão, Inglaterra e Índia aparecem como novas forças, acumulando conquistas recentes em Jogos Olímpicos e Campeonatos Mundiais.

Já o Brasil ainda busca maior protagonismo, principalmente no cenário global. Entre os resultados mais relevantes, destacam-se o ouro de Ygor Coelho nos Jogos Pan-Americanos de Lima 2019 e o título de Juliana Viana no Pan-Americano Individual de 2025, sinais do crescimento da modalidade no país.

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São Paulo, 4 de maio de 2026

João Pedro Camacho

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